Em mutirão exclusivo para PCDs, Teuto mostra que inclusão se faz com acolhimento e carreira
Indústria farmacêutica promove mutirão de empregos exclusivo para PCDs nesta quinta-feira (05/03) Em uma das maiores indústrias farmacêuticas do país, a pergunta “Como é trabalhar aqui sendo uma pessoa com deficiência?” não se responde apenas com estatísticas, mas com histórias de vida. Com foco nas pessoas que constroem o dia a dia da companhia, o Laboratório Teuto reforça que a verdadeira inclusão só acontece quando a sociedade enxerga a capacidade antes da limitação. Há nove anos, a auxiliar administrativa Graciele Silva Santos é um exemplo dessa trajetória. Natural de Anápolis e formada em Recursos Humanos (RH), ela atua na área de recrutamento e lembra com carinho da mudança de vida ao ingressar no Teuto. “Antes eu trabalhava no comércio, era totalmente diferente. Eu me desenvolvi muito aqui, fui acolhida, gosto muito do meu trabalho”, compartilha. Graciele tem síndrome de Turner, uma condição genética que ocorre exclusivamente em mulheres. “Às vezes encontramos algumas barreiras. Muitas pessoas no mercado de trabalho enxergam apenas nossas limitações e não as capacidades. Essa é a nossa grande dificuldade”, destaca Graciele. Segundo ela, o caminho da inclusão é um exercício diário de conscientização. Sendo assim, a postura da empresa vai além da responsabilidade interna e serve
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