UFG e indústria farmacêutica avançam em nanotecnologia que pode originar medicamento inédito
Parceria entre a Universidade Federal de Goiás e o Laboratório Cristália busca criar uma formulação capaz de neutralizar intoxicações e overdoses por anestésicos e substâncias químicas Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), em colaboração com o Laboratório Cristália, estão desenvolvendo uma tecnologia inovadora baseada em nanotecnologia que pode resultar em um medicamento inédito com potencial para reverter intoxicações e overdoses provocadas por anestésicos e substâncias de abuso. A proposta envolve a criação de nanopartículas capazes de “sequestrar” moléculas tóxicas em excesso no organismo, neutralizando seus efeitos e revertendo condições graves que poderiam levar à morte. A pesquisa começou em 2018 no Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFG e tem como base um arranjo nanotecnológico que difere dos modelos tradicionais: em vez de transportar fármacos, a nanopartícula atua como uma estrutura vazia que absorve substâncias perigosas circulantes. Em testes com animais, a formulação demonstrou capacidade de reter a maior parte das substâncias administradas e normalizar sinais de overdose em poucos minutos. O acordo entre a universidade e o Cristália formaliza a parceria para transformar essa descoberta em um produto farmacêutico, com divisão dos direitos de propriedade intelectual e exclusividade comercial. A iniciativa envolve ainda otimização do processo de
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